Tudo começou em meados do dia 27 e 29 de fevereiro de 2010, quando a história toda teve um rumo para ser a melhor que um dia já ouviram. . . Era noite bem estrelada e bonita a rua estava vazia, e Júlia estava em casa em seu quarto ouvindo musica, ela conversava muito com Carlos e se deu conta que estava apaixonada por ele, e quando ela menos esperava, ele também se apaixonou por ela, só que havia um inconveniente. . . Júlia namorava e Carlos também; então tudo ficou muito difícil e os dois resolveram manter isso entre eles, manter um segredo, preferiram deixar tudo eles, deixaram rolar. No passar do tempo, mais ou menos no dia 12 de março; era uma noite bem calorosa e entediante quando bateram na porta, Júlia nem imaginava quem era, pois não esperava ninguém, mesmo assim ela procurou averiguar, de repente quando ela abriu a porta ela viu Carlos de baixo de uma sombra com um dos primos dele, o Victor; que por um acaso era o melhor amigo de Júlia desde que eram pequenos, então eles a chamaram para ficar ali no portão pra conversarem, e eles haviam chegado do shopping e trouxeram as sfihas para ela, mas ninguém sabia do tal segredo que Carlos e Júlia escondia, então eles ficaram lá a noite toda, Júlia e Carlos estavam em um clima lindo de casal, que se esqueceram do mundo, esqueceram do Victor e esqueceram-se dos teus amantes e principalmente que era pra guardar o segredo, os dois naquela noite ficaram se olhando, abraçados; quando Carlos olhou para Júlia e disse:
– Eu acho que te amo!
E Júlia toda sem jeito de falar ou fazer algo, apenas o olhou por uns instantes deitou-se sobre seu peito e ali ficaram, contavam piadas, zoavam qualquer coisa que aparecia... As horas passaram depressa, já eram quatro horas da manhã, pode ser que ninguém acredite que estava tão tarde, mas sim, era essa hora mesmo, nem eles acreditavam. Tudo bem então, aquela fora uma madrugada muito maravilhosa, e a hora de se despedir chegou, Júlia disse tchau para Victor, deu-lhe um abraço, assim chegou à hora de dizer tchau para Carlos, sem excitar ele a abraçou bem forte e sussurrou em seu ouvido:
– Queria ficar aqui com você mais tempo;
Júlia toda tímida disse:
– Eu também queria, e muito.
E sem querer eles se beijam, fora apensa um selinho, mas uma grande demonstração; e Carlos saiu de lá todo atrapalhado enquanto ela ficava olhando os meninos subirem a rua.
Logo no dia seguinte, exatamente ao meio-dia, Júlia havia saído de casa para procurar pelo Carlos, que estava na casa de Victor, ela havia ficado por um tempo na rua pensando; então ela rapidamente olha pra cima e avista Carlos de longe em uma das janelas da casa de Victor e ele também havia visto que ela o olhara, os dois ficaram parados se olhando por um tempo, se conformaram e ele desceu e os dois foram conversar, acabou acontecendo outro selinho, como se os dois tivessem algo, como se já namorassem, assim eles se sentaram na calçada e ficaram olhando um para o outro e dando risadas por que não saiam palavras nenhuma pelo fato de estarem com muita vergonha, então Júlia disse sugerindo timidamente:
– Amor, vamos andar um pouco?
E Carlos respondeu:
– Claro que sim, mais onde iriamos?
Julia pensou e disse:
– É não sei.
Ficaram um bom tempo pensando nisso, porque estavam sem rumo e sem dinheiro, então eles citaram a Kennedy, lá tinha umas ruas que eram vagas e boas para pensar ou dar uns básicos role. Então seguiram em frente, Carlos não dava a minima para o que pudesse acontecer e quis provocar a situação, então pegou Júlia pela cintura e disse alto:
– Vamos logo, vamos esquecer tudo e ficar juntos!
E Júlia deu uma risada super espontânea e os dois foram em frente como dois pombinhos apaixonados... Chegando lá, eles se sentaram em uma espécie de rampa, meio curvada, e Júlia havia se sentando entre as pernas de Carlos, mesmo percebendo que ele ficava sem graça ela continuou ali sentada e encostada em seu peito.
Enquanto as horas passavam, eles ouviam musica, ambos estavam escutando Guns "n" Roses – Don't cry, em meio a isso Carlos mexia nos cabelos dela e cantava junto com a musica bem baixinho nos ouvidos de Júlia e ela sorria disfarçadamente, quando eles foram perceber já era hora de partir, eram seis e meia da tarde, e novamente teriam que ir embora e talvez eles não se encontrassem de novo por um bom tempo... Talvez, mais eles não queriam isso, e para finalizar isso, Júlia segurou as mãos de Carlos e o olhou bem fixamente nos olhos dele e disse:
– Sabe Carlos, eu te amo, você foi a melhor coisa que me aconteceu!
Carlos sem responder nada, aproximou-se de Júlia e encostou o seu nariz no dela, e fechou lentamente os olhos e foram encostando os lábios até que eles se beijaram, mas fora um beijo de verdade dessa vez, um apaixonado; e Carlos disse após o beijo dado:
– Júlia, eu não quero te perder NUNCA!
E a Júlia disse:
– Amor, eu também não quero te perder, não sei o que faria!
Nesse exato momento eles com certeza se sentiram unidos e logo veio o bendito pensamento de que nada poderia separá-los, mas tudo pode mudar em segundos, ou não.
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